Laser Endovenoso
Cauteriza a veia safena por dentro, via punção — sem cortes. Anestesia local com sedação e recuperação rápida.
Cirurgião Vascular & Angiologista · Londrina/PR
10 técnicas, do laser à escleroterapia, indicadas por quem forma cirurgiões vasculares no Brasil. Mestre e doutor pela UnB, responsável pelo Hospital Vascular de Londrina.
Você se reconhece aqui?
Varizes não são só uma questão estética. Sem o tratamento certo, os sintomas tendem a evoluir — e quanto mais você espera, mais limitadas ficam as opções de tratamento minimamente invasivo.
Pernas cansadas ao final do dia, que pioram com o tempo em pé.
Tornozelos inchados e câimbras noturnas frequentes.
Vasinhos e veias salientes que incomodam esteticamente.
Insegurança sobre quando procurar ajuda e qual tratamento é indicado.
Antes de agendar
Sem mistério sobre o que esperar — três etapas, na mesma visita.
Histórico de saúde, rotina e o que você sente nas pernas — sem pressa, para entender o seu caso de verdade.
Exame físico e, quando indicado, ultrassom Doppler no mesmo dia — ecografia vascular é subespecialidade do Dr. Felipe.
Indicação da técnica mais adequada ao seu caso, com anestesia, recuperação e cobertura do convênio explicadas ali mesmo.
O que tratamos
Do tratamento clínico mais simples à cirurgia convencional, cada técnica é indicada conforme o tipo e o estágio da variz — sem empurrar o procedimento mais caro quando um mais simples resolve.
Cauteriza a veia safena por dentro, via punção — sem cortes. Anestesia local com sedação e recuperação rápida.
Cateter de radiofrequência cauteriza a safena por punção. Recuperação rápida e menos hematomas.
Técnica mais recente: fecha a safena combinando lesão mecânica e química, sem anestesia geral. Cerca de 20 minutos.
Remoção das varizes por microincisões guiadas por ultrassom. Retorno às atividades no mesmo dia.
Injeção de substância esclerosante nos vasinhos. Resultado perceptível em 2 a 3 semanas.
Remoção clássica da safena, indicada para casos mais avançados. Bons resultados a longo prazo.
| Técnica | Anestesia | Recuperação | Indicado para |
|---|---|---|---|
| Tratamento clínico | Não se aplica | Contínua | Sintomas leves e prevenção |
| Escleroterapia | Sem anestesia | Imediata | Vasinhos |
| Escleroterapia com espuma | Sem anestesia | Imediata | Varizes médias |
| Laser transdérmico | Sem anestesia | Imediata | Vasinhos e varizes pequenas |
| Laser endovenoso | Local + sedação | Poucos dias | Varizes de tronco (safena) |
| Radiofrequência | Local + sedação | Poucos dias | Varizes de tronco (safena) |
| Ablação não térmica | Sem anestesia geral | Rápida (~20 min de procedimento) | Varizes de tronco (safena) |
| Microcirurgia | Local + sedação leve | Mesmo dia | Varizes visíveis |
| Cirurgia convencional | Raqui ou peridural | Mais longa | Casos mais avançados |
| Fisioterapia vascular | Não se aplica | Contínua | Pós-operatório e prevenção |
Cada caso é único. A técnica ideal é definida na consulta, conforme o tipo e o estágio da variz.
Nem toda variz precisa de procedimento. Em casos leves — sem dor, sem histórico de complicações — acompanhamento clínico, meias de compressão e mudança de hábitos podem ser suficientes. Essa avaliação honesta faz parte da consulta.
Resultados
Cada caso responde de um jeito, mas a diferença visual costuma aparecer já nas primeiras semanas. Fotos reais de pacientes do Dr. Felipe, publicadas com autorização de uso de imagem.
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Fotos reais, publicadas com autorização dos pacientes. Resultados variam de paciente para paciente e dependem da avaliação clínica individual.
Quem cuida das suas veias
Foi esse o conselho que a mãe do Dr. Felipe Coelho Neto deu a ele na formatura de medicina — e é o princípio que orienta cada consulta, desde a graduação na UEL até a pesquisa mais avançada em cirurgia vascular do país.
Formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 2003, fez residência em Cirurgia Geral na própria UEL e em Cirurgia Vascular no Hospital de Base do Distrito Federal. Foi Tenente-Médico do Exército Brasileiro antes de conquistar, em 2009, o 1º lugar no Brasil no exame de Título de Especialista em Cirurgia Vascular da SBACV/AMB — além do título de especialista em Ecografia Vascular.
Mestre (2014) e Doutor (2019) em Ciências Médicas pela Universidade de Brasília (UnB), é autor de três livros técnicos de referência na especialidade e já presidiu a SBACV Regional-DF. Hoje é sócio-diretor do Hospital Vascular de Londrina, pesquisador visitante no Departamento de Cirurgia Vascular da UERJ e coordena o FleboCurso, que forma cerca de 150 cirurgiões vasculares por ano e é um dos maiores programas de capacitação em tratamento de varizes do país.
Por que escolher um especialista
O Hospital Vascular de Londrina foi estruturado especificamente para o cuidado com varizes, do diagnóstico ao pós-operatório.
Livros técnicos e o FleboCurso, que forma cerca de 150 cirurgiões vasculares por ano em todo o Brasil, mostram que não é experiência de consultório isolado.
Domínio das 10 principais técnicas de tratamento permite indicar a mais adequada ao seu caso — não a mais lucrativa.
Doutorado pela UnB e atuação como pesquisador visitante na UERJ mantêm o tratamento atualizado com a ciência mais recente.
Dr. Felipe Coelho e equipe durante procedimento no centro cirúrgico do Hospital Vascular de Londrina.
Não encontrou o seu convênio na lista, ou quer confirmar a cobertura do procedimento (não só da consulta)? Confirme pelo WhatsApp.
Dúvidas frequentes
Varia conforme o convênio ou atendimento particular. Confirme o valor exato para o seu caso direto pelo WhatsApp, sem compromisso.
Depende do convênio e da técnica indicada — alguns procedimentos têm cobertura total, outros parcial. Confirmamos exatamente o que o seu plano cobre antes da consulta, pelo WhatsApp.
Depende da técnica: a maioria não exige internação. Escleroterapia, laser transdérmico e ablação não térmica são feitos em consultório, no mesmo dia. Só a cirurgia convencional pode envolver algumas horas de observação hospitalar.
Depende da técnica: da ausência total de anestesia (escleroterapia, laser transdérmico) até anestesia local com sedação (laser endovenoso, radiofrequência, microcirurgia) ou raqui/peridural na cirurgia convencional.
Sim, como em qualquer procedimento médico, existem riscos — hematomas, manchas temporárias, desconforto local. Eles são avaliados individualmente na consulta, considerando a técnica indicada e o histórico do paciente.
É possível, principalmente em quem tem predisposição genética importante. Por isso o acompanhamento pós-tratamento e os cuidados preventivos fazem parte do plano de tratamento.
Uma fibra de laser é introduzida na veia por punção e a cauteriza por dentro, sem necessidade de cortes. O procedimento costuma ser rápido, com recuperação mais ágil que a cirurgia convencional.
Não. As veias tratadas ou removidas já estão comprometidas e não cumprem mais sua função corretamente — o sangue passa a circular pelas veias saudáveis remanescentes.
Sim, a predisposição genética é um dos principais fatores de risco, junto com tempo em pé prolongado, gestação e sedentarismo.
Geralmente o tratamento definitivo é adiado para depois da gestação, priorizando medidas de alívio dos sintomas. A avaliação individual na consulta define a conduta mais segura em cada caso.
Sim, em casos avançados e não tratados. Por isso o diagnóstico e tratamento precoces são importantes para evitar complicações mais sérias.
O jeito mais rápido é pelo WhatsApp — clique em qualquer botão "Agendar" desta página e você já cai numa conversa direta com a recepção.
Dê o primeiro passo
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Av. Maringá, 2655 — bairro Vitória, Londrina/PR, CEP 86060-000
Em frente ao Lago Igapó
Telefone: (43) 3029-0404 · WhatsApp: (43) 99191-4546
E-mail: contato@drfelipecoelho.com.br
Horário: Segunda a sexta, das 8h às 20h
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